sábado, 16 de outubro de 2010

cor-de-pastel

Sempre pensei ser forte. 
Tornou-se isso o caso, 
De minhas palavras,
A morte. 
Não deixar que a poesia se vá.
Guardá-la-ei  em teu olhar.
A cada verso triste,
Mais um sonho que existe.

Encher o peito de falsas alegrias,
Falsas cantorias.
Falsos amores,
Verdadeiras dores.
Promessas vou fazer. 
Juras pra reconhecer 
De que não posso te esquecer.

E se posso escolher entre alegria ou solidão,
Ficarei com teu sorriso,
Ouvindo aquela canção.
De tristezas enchi o papel,
Junto com sorrisos 
Cor-de-pastel.
Tristezas constantes...
Incessantes.
Meu coração escutei.
Fechei os olhos.
Ignorei.


por : raquel santos.  

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